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quinta-feira, 21 de julho de 2016

ENXADRISTAS DE MUTUM NA ESTADUAL DO JEMG




Três atletas de Mutum estão classificadas para a etapa Estadual do JEMG (JOGOS ESCOLARES DE MINAS GERAIS).
SÃO ELAS:
MÓDULO I
Jaqueline Lomba da Silva, da E.E. Maria Luiza Alves Vieira.
MÓDULO II
Aléxia Gabriela Almeida Martins e Luana Souza Marques, ambas da E.E. Dionysio Costa.

Elas não representam somente suas escolas, mas todo um projeto desenvolvido por vários professores de educação física e professores de outras áreas, como matemática, na introdução e desenvolvimento do Xadrez Escolar em nossas instituições de ensino da rede pública.
Por trás de todo esse trabalho, sempre frisamos isso, está a Fundação Brasileira de Xadrez, de Ipatinga-MG, que chegou até Mutum pelo incentivo da AMMVA, na pessoa de seu então presidente , Deusdeth Junior Amorim.

Contar com três atletas em quatorze classificados para a etapa Estadual prova que estamos no caminho certo.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

ENXADRISTAS DE MUTUM: WALACE CALIXTO

O xadrez é considerado uma elevada criação do gênero humano, mesmo que voltado para o prazer lúdico (jogo = brincadeira = esporte), e que se difundiu desde sua debatida origem (China , século III A.C. !? ou Índia, século IV, de nossa era) por praticamente todas as culturas e países do mundo inteiro. Em seu aspecto formal, o xadrez liga-se à ciência por empregar o método e o pragmatismo científico em seu estudo técnico bastante rigoroso; une-se igualmente à arte, devido ao valor e impacto estéticos originais derivados do esforço de se “jogar bem e bonito” e de seu inerente desafio de criatividade; e, por fim, também ao esporte no sentido lato por envolver dois adversários em luta direta a partir de condições iguais, sob regras previamente definidas, e que medem entre si, e ante os demais, certas habilidades típicas. E o xadrez ainda dispensa a exigência de qualquer biótipo físico, não valorizando à priori qualquer competidor por ser naturalmente mais rápido, mais alto, ou mais forte do que outro concorrente. (FBX.COM.BR)


A SÉRIE ENXADRISTAS DE MUTUM faz menção a mais um mutuense jovem que pratica esse esporte em crescimento a partir do desenvolvimento da internet.

Wallace Calixto é mais um fruto do trabalho da AMMVA (Associação dos Mutuenses Moradores do Vale do Aço), através do esforço de seu presidente, Deusdeth Junior Amorim, juntamente com a Fundação Brasileira de Xadrez (FBX) na pessoa do professor Geraldo Antonio Filho.

Wallace Calixto  que atualmente estuda Bacharelado em Física na Universidade Federal do Espirito Santo (UFES), nos conta que seu envolvimento com o Projeto de Xadrez começou muito cedo, quando tinha em torno de 7 anos, com o professor José Antônio Barcelos quando ainda estudava na Escola Estadual Juarez Calixto da Cruz Jr, em Santa Rita.
Por causa dos estudos joga ocasionalmente, mas no futuro ainda pretende jogar profissionalmente.

Sempre foi seu sonho jogar xadrez profissional, tornar se GM (Grande Mestre de Xadrez), lamenta o fato de ainda não ter tido essa oportunidade.

Ele ainda ressalta o apoio de sua família, sempre o incentivando. Disputou campeonatos escolares, Jemg, festivais da FBX, entre outros eventos em Mutum e região.

Questionado sobre seu ponto forte, ele responde que sempre foi o início do jogo, sempre teve um grande conhecimento teórico de aberturas, sempre ganhou os jogos logo no começo, em muitas vezes seus adversários nem percebiam que o jogo já havia acabado uns 5 movimentos atrás.


Segue ele: “Sempre tive habilidade em jogos abertos, com muitas armadilhas, jogos com várias oportunidades de inovar. Mas sempre tive algumas posições preferidas, como a defesa siciliana, gambito do rei, sempre posições mais ousadas para surpreender os adversários.”

Ele pratica xadrez com seu amigo Walysther Caio, jogando quando há oportunidade.

Leia a postagem sobre Walysther Caio em: 


Walace Calixto termina com uma dica para quem pratica Xadrez e um recado para quem ainda não pratica:

Sempre persistir em seus sonhos, treinar muito e estudar bastante para conquistar seus objetivos. Pois o objetivo é sempre o xeque-mate.”


Todas as pessoas deveriam experimentar esse magnifico jogo, que nos ensina a pensar. O xadrez só tem a acrescentar conhecimento em sua vida.”

O blog MUTUM ESPORTIVO e o blog MUTUM PEDAGOGICO, agradecemos a atenção de mais um enxadrista mutuense.

sábado, 14 de novembro de 2015

ENXADRISTAS DE MUTUM: WALYSTHER CAIO




Estamos na segunda postagem da série Enxadristas de Mutum, com o objetivo de registrar a história da introdução e desenvolvimento do Xadrez em Mutum, a partir da iniciativa da AMMVA (Associação dos Mutuenses Moradores no Vale do Aço), em parceria com a FBX (Fundação Brasileira de Xadrez).
O bate-papo dessa vez foi com Walysther Caio, que se desenvolveu no xadrez graças ao Projeto implantado na Escola Estadual Juarez Calixto da Cruz Jr, em Santa Rita, pelo professor José Antonio Barcelos, entre outros profissionais.

Questionado se joga sempre, Walysther responde: _Quando eu tinha foco e objetivo jogava todo dia. Hoje em dia a lei da vida me fez afastar-me daquilo que gosto. Mas ainda jogo ocasionalmente e futuramente planejo montar algum projeto para levantar em nossa região esse esporte/jogo/arte tão fantástico!

Ele também fala do seu sonho: _Era meu sonho desde criança. Ser reconhecido e tornar-me GM (Grande Mestre de Xadrez), o título mais top, digo, mais reconhecido da categoria. Infelizmente a falta de oportunidade na região não me deu muitas escolhas, fiquei velho e a necessidade básica de viver sempre grita mais alto.

Menciona o apoio da família:  _A família sempre gostou de me ver ganhando e sabia apoiar quando perdia, apesar de eu não me perdoar.

Depois estudando o Ensino Médio na Escola Estadual Dionysio Costa, ele participou do JEMG (jogos escolares de Minas Gerais) e disputou os eventos em Mutum, e Ipatinga, realizados pela parceria da AMMVA com a FBX.


Falando sobre suas táticas, ele nos revela quando questionado sobre o seu ponto forte no xadrez: _ Sobre o jogo, meu ponto fundamental era nunca desistir. Meu jogo poderia estar acabado, mas gostava de levar a "guerra" a frente e fazer umas graças ao adversário. Jogo pra mim tem que ter Xeque-mate! Odeio quando os jogadores se dão por vencidos sem mesmo tentar continuar. O Xadrez Científico, sabemos que a matemática não falha, e sim o jogo está acabado. Todavia, se tratando de pessoas, eu acredito que o jogo deve prosseguir ainda que se saiba que está "morto"! Isto é uma arte milenar de guerra, é um desrespeito não levar "a batalha a frente".

Em que jogada você tem mais habilidade?
Gosto de todas. Não sou conservador, as vezes crio variações dos jogos estudados e faço uma "graça" ao adversário que só sabe a decoreba. (Porém isso é arriscado). Particulamente falando, no meio-jogo eu era craque em fazer jogadas com os cavalos, principalmente à descoberto em 5 jogadas. Também era muito bom em finais de peão e torre.

Hoje Walysther Caio estuda na FACIG de Manhuaçu, cursa Direito, e diz que muitos amigos jogavam e pararam. Só ele e seu amigo (que em breve também estará nessa série) Walace, continuaram. Segundo ele, muita gente “mexe” com  Xadrez, mas precisam treinar mais.

Finalizando o bate-papo ele deixa uma dica para quem pratica xadrez: “Não desista. Nunca desista. Tanto no jogo como nos objetivos. Leve seu ritmo até o "Xeque-mate da vida" ou a sua vitória.”

E um recado para quem ainda não pratica: “Deveriam conhecer o jogo. Ele é a mais fantástica criação humana em se tratando de Arte, Esporte e Jogos. Quem o pratica aumenta sua percepção de vida e conhecimento, até mesmo de seu "eu" interior. Aprenda a jogar, não custa nada!”

VEJA A PRIMEIRA POSTAGEM DA SÉRIE EM: CARINE GARCIA LIMA.